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TST publica acórdão do dissídio dos Correios; sindicato analisa impactos

Mobilização dos trabalhadores dos Correios em Brasília. Foto: Sintect-sp, divulgação
Mobilização dos trabalhadores dos Correios em Brasília. Foto: Sintect-sp, divulgação

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) publicou, no dia 19 de janeiro, o acórdão do dissídio coletivo dos trabalhadores dos Correios, referente ao julgamento realizado em 30 de dezembro de 2025. A decisão, que passa a substituir o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2024/2025, terá vigência até 31 de julho de 2026.

No julgamento, os ministros do TST decidiram, por maioria, manter praticamente todos os direitos conquistados pela categoria, além de definir o reajuste salarial.

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O Sintect-SP (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo), junto com o departamento jurídico da Findect (Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios), está analisando o conteúdo da decisão para verificar todos os pontos e garantir informações corretas aos trabalhadores.

O Sintect-SP informou em seu site que ainda não há um posicionamento oficial sobre o acórdão. A análise jurídica em andamento busca esclarecer possíveis inconsistências e assegurar que as informações repassadas aos trabalhadores sejam precisas e seguras. Após a conclusão da análise, o sindicato se comprometeu a divulgar um informe completo e esclarecedor, com orientações claras sobre a sentença normativa e seus efeitos para a categoria.

Crise nos Correios

A análise do acórdão ocorre em meio a um cenário de crise nos Correios. Em entrevista ao Podcast Radar Democrático em dezembro de 2025, Elias Diviza, presidente do Sintect-SP, denunciou o desmonte da empresa e cobrou ações do governo para evitar o colapso da estatal. Segundo Diviza, a crise é resultado de aparelhamento político, falta de investimento e má gestão ao longo dos anos.

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