O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) decidiu nesta quarta-feira (13) pela rejeição do pedido de suspensão de 30 dias do mandato do deputado estadual Lucas Bove (PL). A representação, protocolada pela deputada estadual Mônica Seixas (PSOL), acusava o parlamentar de ter cometido violência política de gênero em sessões realizadas na Alesp.
Com a decisão de rejeitar a suspensão, o colegiado agora se dedicará à elaboração de um novo relatório. Este documento poderá recomendar o arquivamento definitivo do caso ou a aplicação de uma sanção de menor impacto, como uma advertência formal.
A decisão sobre a suspensão de 30 dias contou com votos contrários à medida de Rafael Saraiva (União), Eduardo Nóbrega (MDB), Bruno Zambelli (PL), Oseias de Madureira (PL) e Delegado Olim (PP). Em contrapartida, Ênio Tatto (PT) e Paula Nunes (PSOL) votaram a favor da suspensão do mandato de Lucas Bove.
Paralelamente à representação na Alesp, Lucas Bove enfrenta um processo na justiça por violência doméstica, ameaça e perseguição contra sua ex-mulher, a influenciadora digital Cíntia Chagas, tendo sido declarado réu neste caso.



